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Quem sou eu

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Volta Redonda, Rio de Janeiro, Brazil
Tenho personalidade forte, mas sou meiga, carinhosa, e gosto de conversar, dançar, viajar, conhecer coisas novas.Gosto de caminhadas, piscina, mar e de um bom livro de cabeceira.Gosto de amar e ser amada, e de muito carinho.Me agrada pessoas inteligentes e sensíveis.Boa noite depois escrevo mais, me aguardem.

sábado, 25 de outubro de 2008

O pilão.


Marcelo está me mostrando o pilão onde eram socados os grãos de café. Era um trabalho que exigia esforço e paciência, e geralmente era feito pelas mulheres. O pilão era feito de um toco de árvore, esculpido pelo carpinteiro da fazenda. Nele moiam milho, além do café, para o sustento de toda a família e da criadagem. Hoje nós compramos quase tudo pronto e o dinheiro substitui o trabalho manual. Muito bom! smeraldalili

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Na sala de espera do Restaurante


Esperar uma vaga num restaurante não é uma coisa agradável, mas na fazenda da Taquara, no porão onde está restaurante, o cliente tem um lugar muito charmoso para ficar. Com poltronas macias, mesinhas com abajur de belo designer e um aparador com licor e pinga para provar, o lugar de espera é muito bom. Não precisei esperar porque estivesse cheio, mas porque cheguei cedo e o almoço ainda não estava servido. Depois foi só me dirigir para a mesa, pegar meu prato para ser servida por uma cozinheira com vestimenta típica do tempo colonial e saborear a refeição bem caseira ao som de um piano muito bem tocado. Muito bom! smeraldalili.

Batedeira de Manteiga e Moedor de Café.

Veja bem como eram os aparelhos que nossas bisavós usavam. Este de vidro é uma batedeira de fazer manteiga. Nossa antepassada colocava ali dentro uns três litros de leite, fresco e grosso, e tocando a manivela fazia rodar a batedeira até formar manteiga. Não tinha isso de ir na padaria ou no mercado comprar a manteiga pronta. O cilindro de ferro à esquerda é um moinho de café. Nossa bisavó colocava no funil, em cima, um punhado de grãos de café plantado e torrado em casa e movendo a manivela ia triturando os grãos que se armezenavam como pó numa gaveta em baixo. Era uma aroma gostoso de café fresquinho e sem misturas. Dava trabalho mas era muito bom! smeraldalili.

sábado, 18 de outubro de 2008

Um quadro como decoração

Na fazenda da Taquara, seu porão com bom pé direito foi transformado num aconchegante restaurante com piano e uma bela sala de espera com sofas. Esta parede, parte das fundações do casarão, foi embelezada com este quadro de grandes proporções. Bem apropriado, porque um quadro pequeno se perderia na extensão do muro. A moldura foi colocada, apropriadamente, na altura dos olhos do observador. O pintor retratou a família sagrada em tons quentes e escuros. Os santos estão vestidos como os fazendeiros do início do século 19 que viviam nestes confins do vale do rio Paraiba do Sul. Muito bom! smeraldalili

Arquitetura colonial



Os arquitetos que projetaram as fazendas do ciclo do café se inspiraram de preferência nos castelos franceses. Repare só nesta pequena escada que dá entrada a varanda. O corrimão abrindo em curva e os pedestais servindo de apoio aos jarros e ladeando a entrada são típicos daquelas construções. Mas o tamanho, pequeno em comparação com os imensos prédios da Europa, tornam o colonial brasileiro uma imitação sem grandiosidade. Mas de qualquer forma mostra o esforço daqueles colonizadores, perdidos na floresta brasileira, de procurar uma melhora em seu conforto. Tão necessário para aguentar a lida diária tão dura. Muito bom! smeraldalili
 
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